Depoimento Dele

Sou homem e tive vaginismo

O título pode assustar mas permita-me contar minha história. Hoje tenho 32 anos mas me casei com 26, com a mulher mais linda e gentil do mundo, pois ela compactua da mesma fé que eu e quando contei de meus sonhos e que acredito Deus ter me/nos dado, ela recebeu com espontânea alegria juntando-se a mim para cumprir todos eles.

Nunca tive namorada, também não tive relações sexuais com outra mulher e quando chegou o grande e esperado dia da lua de mel com a única mulher da minha vida, não aconteceu do jeito que eu imaginava. Ficamos no quarto do hotel e não rolou, talvez tenha sido o dia muito cansativo devido aos preparativos da festa e toda a cerimônia e no outro dia pensei que seria diferente e nada novamente.

Comecei a me preocupar pois imaginava que estaria fazendo algo errado, que não estivesse a deixando a vontade o suficiente.Eu disse alguma coisa que não devia? Fiz alguma coisa? Onde eu falhei? Bom, se passaram longos seis anos e sempre que tentávamos ter relações não conseguíamos e isso foi desgastando nosso relacionamento e eu o via desmoronar aos poucos, contudo eu tinha fé e sabia que a última coisa que eu deveria fazer era abandonar a minha esposa por mais difícil que estivesse sendo os dias, meses e anos. Eu acreditava em uma promessa que Deus nos permitiu fazer no altar e Ele no manteria nela.

Foi quando decidimos pedir ajuda. A dificuldade era imensa de expor tal assunto e debilidade nossa mas graças ao bom Deus ele colocou pessoas maravilhosas em nossos caminhos que muitas vezes sugeriram soluções equivocadas mas que nos impulsionaram a buscar mais, onde foi possível encontrar refrigério.

Minha esposa procurando na internet teve contato com a clínica Débora Pádua, a principio duvidamos pois parecia certo e perfeito demais para nossa necessidade e quando a esmola é grande até o santo duvida. Depois desse primeiro contato com a clínica ainda tardamos um ano para de fato adentrar nesse mundo que hoje posso dizer não me arrepender nem um pouco.

A primeira consulta foi muito tensa mas também tranquilizante pois tínhamos expectativas enormes em relação a tudo. Será que a clínica realmente existe? Será que é tudo o que a internet diz? Vale a pena viajar 600 km pra fazer isso? Quantas vezes teremos que ir? Qual o valor? Tudo isso e muito mais passava pela minha cabeça enquanto dirigia para um destino desconhecido por mim mas que o GPS me atualizava a cada minuto. Chegamos! E esse primeiro dia foi maravilhoso pois ao entrar eu me sentia como uma criança que entra na escola pela primeira vez, a vontade era de sair correndo e fazer o caminho de volta, mas existia algo dentro de nós que dizia, confie.

Na sala de espera vi mulheres, casais, jovens, mais maduros e lembrei que naquele lugar só se tratava uma única patologia. Dessa maneira comecei a perceber que não somos os únicos e esse sentimento de pertencer à um grupo me deixou mais tranquilo.

A primeira consulta se consistiu em um resumo da nossa trajetória até aquele momento e identificação real do que tínhamos, não participei, fiquei na sala de espera pois minha outra metade quis assim mas implorei por atualizações assim que pude e ela me contou tudo. Eu vi seus olhos brilharem de esperança.

Depois disso viagens e mais viajem cumprindo rigorosamente cada orientação de um anjo chamado Tati, que a cada sessão nos instruía e nos amava com palavras e gestos, nos sentimos acolhidos e amados em cada momento. Isso nos motivou a seguir cada passo, de um caminho que era a linha de chegada para o fim de uma maratona chamada vaginismo.

Quero expressar meus profundos agradecimentos a Deus por já ter trilhado esse caminho para nós sem que ao menos tivéssemos conhecimento da nossa dificuldade, quero agradecer a minha comunidade cristã que nos apoiou e contribuiu com eventos a fim de custearmos o tratamento e as viagens. Mulheres e homens muito próximos que nos orientaram e abraçaram quando nos sentimentos fracos e sozinhos, quero agradecer a Tati por exercer a sua profissão de forma maravilhosa e ir além nos recebendo carinhosamente e lembrando de detalhes que compartilhávamos com ela e também a doutora Débora Pádua por permitir Deus usar seu incrível dom para sanar e restaurar famílias, casamentos e relacionamentos através desse método humano e amoroso. Vocês todos estão em minhas orações.

Porque eu e minha esposa somos um. Eu sou um homem que teve vaginismo e também sou um homem que pode dizer com muito orgulho: EU VENCI O VAGINISMO!

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