Olá pessoal! Hoje é um dia muito especial! Nosso primeiro depoimento do tratamento online a distância. 🎉🎉🎉

Foi um desafio enorme desenvolver um tratamento sem poder tocar na paciente! No início pensava, como???? Foram muitas reuniões com nossa equipe, debatendo como adequar o tratamento que desenvolvi ao longo de tantos anos para uma paciente a quilômetros de distância! Mudamos muita coisa sempre buscando os mesmos objetivos do tratamento presencial e DEU CERTO!!!!!

Temos várias pacientes em tratamento online e chegou o nosso primeiro depoimento!! E ainda com uma notícia maravilhosa, ela está grávida!!!!  🤰 👶🎉🎉 Feliz demais!!

A minha querida paciente desejo toda felicidade do mundo, ao seu marido sou muito grata pela parceria de vida e durante o tratamento e ao baby, que venha cheio de saúde!!! Obrigada por acreditarem em nosso tratamento ♥️♥️♥️

 

Eu, como a maioria das mulheres que sofrem com o vaginismo, no início imaginava que a dificuldade durante o ato sexual, seria medo, e que em um determinado momento, como em um passe de mágica, este temor iria desaparecer, ledo engano!

O vaginismo esteve comigo desde o início da minha vida sexual, por volta dos 17 anos, quando tinha desejo, vontade, libido, mas não conseguia permitir a penetração. A sensação era de que havia uma parece impedindo a entrada, e isso se estendia ao absorvente interno, dedos, ginecologista, eu tinha medo só de pensar em introduzir algo.

Aí me casei, e pensei, agora vai dar certo, pois não tenho mais motivos para ter medo, tentamos muito, e eu não conseguia. Não nos afastamos como casal, ao contrário, encontramos outros meios de proporcionar prazer um ao outro, pelo sexo oral, pelo toque, pelos movimentos ainda que sem penetração. Mas isso me incomodava muito, eu me sentia incompleta, uma mulher pela metade…

Com isso, eu evitava ir ao ginecologista, pois eu precisava contar todo o meu histórico e nem sempre isso era confortável, então deixei a minha saúde íntima de lado, não façam isso! Não tive consequências, mas poderia ter tido…

Li muito sobre a minha condição, possíveis causas, até chegar ao vaginismo e entender que a minha situação se encaixava no perfil das pacientes.

Na busca por informações, encontrei a Dra. Débora, e descobri que existia uma clínica especializada no assunto, achei surreal! E de cara me encantei por ela. Contudo, eu moro em Curitiba – Paraná, e ir para São Paulo – SP, apesar de viável pela distância, exigiria uma programação prévia, principalmente pelos compromissos de trabalho.

Neste meio tempo tentei atendimento psicológico, pois, apesar de minha condição aparentemente não ter origem em traumas, pois não sofri abusos, imaginei que seria um possível caminho.

Fiz por quase dois anos terapia com uma psicóloga e sexóloga, foi bom, porém não evolui.

Até que veio a pandemia, o home office, e com ele me voltei aos meus aspectos internos que necessitavam de cura e resolvi tratar o vaginismo.

Numa feliz coincidência a Dra. Débora divulgou o início do tratamento online, entrei em contato com a clínica em março de 2021, fui prontamente atendida, recebi as informações e agendei uma avaliação. Ah, neste momento com 36 anos, ou seja, foram 20 anos aproximadamente vivendo com o vaginismo.

Fiz a minha consulta com a Dra. Débora em abril de 2021, inicialmente conversamos, e depois fizemos a avaliação com a análise fisioterápica.

Tive vergonha e muita! Como iria expor a minha intimidade para uma câmera? Mas essa vergonha foi embora depois de conversarmos, a Dra. Débora trata do nosso problema com tanta naturalidade, que passamos a tratar do assunto assim também, sem tabus.

Aí iniciei o meu tratamento, 10 sessões foram prescritas inicialmente e passamos a nos ver semanalmente. Meu marido esteve presente em todas as sessões, essa ajuda é muito importante, para auxiliar nos movimentos e exercícios, embora quem não tenha uma companhia deve tentar, pois dá pra fazer sozinha.

A minha evolução foi muito boa, consegui realizar os exercícios propostos, nos dedicamos, fazíamos as terefinhas que a Dra. nos passava.

Até que conseguimos ter a nossa primeira relação com penetração, confesso que foi antes da Dra. autorizar, mas foi tanto tempo aguardando que acabamos nos empolgando.

Continuamos com o tratamento, a Dra. Débora recomentou que fosse à ginecologista, nos preparamos para isso, que fizesse preventivo, e também agendasse um exame intravaginal.

Fiquei com receio, mas segui em frente.

Consegui realizar uma consulta ginecológica sem qualquer problema, fiz a intravaginal, e caramba, me senti tão realizada! Sai da consulta e exames tão leve!

E seguimos com o tratamento, fomos até a 9ª sessão, quando tivemos alta e tocamos o famoso sino.

Na consulta de despedida, nem conseguimos falar direito, era tanta emoção que as lágrimas roubaram a cena.

E como adoro histórias com final feliz, nossa alta teve um sabor especial, pois nosso baby já estava a caminho, sim, engravidamos durante o tratamento.

Se puder deixar um conselho, diria o seguinte, procure ajuda, se liberte desse medo que nos paralisa, a vida é uma só e deve ser vivida de maneira plena.

Nós somos só agradecimentos, à Dra. Débora, que fez diferença na nossa vida, e a toda equipe, tão atenciosa, carinhosa, respeitosa e profissional.

Vaginismo tem cura, seja forte e persistente.

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