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É com muita satisfação e alegria que conto meu relato e vivência com o vaginismo.

Antes gostaria de dizer que 2020, foi o ano que ficou na história da minha vida. Pois aqui tirei o peso do vaginismo das minhas costas. Foi incrivel. Digo que se livrar do vaginismo é sensação de superação.

Este relato é muito importante porque marca a minha libertação do vaginismo e o inicio da luta de todas as mulheres que ele alcançar.
Bem tenho 39 anos, sou de São Bernardo do Campo e descobri o vaginismo aos 30 anos, na noite de núpcia, ou seja, sofri por 9 anos. Não sabia que esse dragão se chamava vaginismo, mas ao longo do relato vou contar para vocês.
Meu casamento foi um sonho. Tudo planejado, festa, vestido, lua de mel, noite de núpcias, o amor da minha vida ao meu lado. Tudo como eu sempre sonhei. Parecia um dia de princesa.

A festa acabou e fomos para o hotel onde aconteceria a tão sonhada primeira noite de amor. Eu estava com meu lindo vestido de noiva, a cama estava cheia de petalas de rosas. Uma garrafa de vinho, frutas, chocolates, carinhos mas não consegui ter a penetração. Pensei que era o cansaço, mas imaginei que na viagem conseguiria.

Dia seguinte acordamos, eu tive uma crise de choro, de vergonha e frustração, mas pegamos o voo e fomos para o nosso destino. Tinhamos 7 dias e estavamos certos que conseguiriamos.

Passaram- se semanas, meses anos e nada. A parede não se rompia. O medo era incontrolável. Eu achava que ia doer muito, ia sangrar horrores. Quantas noites chorei. Perdi minha auto estima. Vi as roupas sensuais que comprei para a lua de mel passarem a não servir mais em mim sem que eu usasse. Comprei lagerie para 30 dias e perdi todas sem usar porque eu sentia medo de usar, meu esposo se empolgar e na hora H eu dar para trás, porque era o que acontecia e isso era muito frustrante. Fui em um ginecologista que disse que era vaginismo depois de muitos anos. Procurei na internet e nada achei.

O tempo foi passando e com ele o sentimento de frustração crescendo dentro de mim até que perdi meu largo sorriso e me encontrei deprimida, triste, tantas vezes desejei bastar viva. Minha dor era tão grande por dentro que cheguei chocar minha cabeça contra a parede varias vezes resultando em hematomas. Hoje eu digo a todas vocês que não precisa disso, pois existe a cura com o tratamento certo.q+
Passaram-se alguns anos e comecei a ver os videos da dra debora. Mas fisioterapia uriginecologica era novo pra mim. Passou mais algum tempo e voltei a procurar na internet e achei mais vídeos encorajadores da dra. Eu não acreditavaq que tinha isso e eu não acreditava que meu problema tinha solução. Em um determinado momento comecei a ficar tão deprimida que desejava morrer. Eu dizia para meu esposo q queria ir embora para ele encontrar uma pessoa normal e ele me disse algo que me motivou a procurar tratamento, ele disse: se você for eu vou junto, se você acha que vai me deixar para eu ser feliz esta enganada, quem disse que eu quero outra? Se me deixar vai me magoar muito. Isso me deu forças para lutar por mim por ele e por nosso amor.

Votei a procurar e dessa vez assisti todos os vídeos da dra debora com o coração aberto, Li e ouvi audio de todos os depoimentos. Mostrei para meu esposo e então entendemos que ali estava a nossa esperança.
Agendei a avaliação com a dra Debora para após um mês, mas eu ansiosa que sou antecipei rs.
Fui atendida de maneira espetacular pelas recepcionista, me trataram com tanto carinho. Eu estava insegura e estava muuuuito ansiosa, mas elas demonstraram empatia comigo, foram carinhosas e respondiam tudo.

A AVALIAÇÃO:
Bem chega o dia da avaliação e a dra. Debora foi muito receptiva, ouviu com atenção e empatia todos os meu clamores, tirou minhas duvidas. Me senti super avontade com ela. Ela avaliou com muita delicadeza conseguiu Introduzui o inicio do dedoum onde111 não passava nem cotonete, vento nem nada.

Ela me direcionou a dra Rose para o tratamento, que foi uma benção na minha vida. Ela é tão amorosa e paciente que não parece ser desse mundo, até a voz dela acalma. Ela é firme quando precisa mas com amor. Em fim daria pra ficar 2 páginas falando dela pq ela é espetacular. Na primeira consulta me explicou tudo e eu só chorei. Quando a Rose me mostrou os dilatadores a fixa caiu ai que desabei mesmo a chorar. Eu pensava vai doer muito isso dentro de mim. Como assim? Mas ela foi me explicando e no mesmo dia iniciamos. Ela tb conseguiu o dedo. E a cada sessão fomos evoluindo mais e mais. Eu tinha pavor de se quer olhar minha vagina. A Rose me ensinou a olhar, me deu uma aula de anatomia. Eu passei a me olhar. Fui aos poucos perdendo o nojinho. Parando de achar a vagina feia. E na primeira sessão eu disse pra ela q poderíamos pular a parte de me ensinar a colocar o dedo e colocar um absorvente íntimo. Um belo dia ela me ensinou colocar o dedo e depois eu já estava fazendo isso sozinha. E derrepente estava colocando o absorvente intimo. As sessões foram passando e chegou o dia do Papanicolau, e foi incrivel quando a Dra Rose colocou o especulo em mim e me mostrou minha vagina por dentro. Eu vi o colo do meu utero. Vi que ali não tem nada, não tem parede. Segui as instruções e consegui fazer sem nada sentir. A ginecologista disse que eu poderia sentir um incomodo, eu fiquei esperando e ela terminou e nada senti.

PRÉ ALTA: chegou o dia da pré alta para iniciar as relações. A Rose me explicou tudo, como seria, deu dicas de posições e tudo mais. Mas minha luta não estava no fim. Eu tive a cistite da lua de mel. Mesmo tendo todos os cuidados, após as relações eu pegava infecção urinária. Foram 3 em 3 meses. E comecei a ter sangramento nas penetrações. Fui a ginecologista, realizamos vários exames como ultrassom, transvaginal vulvoscopia e colposcopia, exames que antes do tratamento nunca imaginava que conseguiria realizar. Descobrimos que estava com sangramento no colo do utero. E precisei cauterizar em centro cirúrgico e após utilizar os óvulos vaginais e pomadas que eu mesma aplicava em casa. Na sequência tive infecções, tratei e retornei a fisioterapia.

Realizamos mais algumas sessões, retomei os exercícios, logo retornei as relações. E aos poucos elas foram ficando melhores. E ainda estão progredindo a cada dia.

Até que chegou 19/12/2020, o dia de minha tão sonhada alta. O dia que todo o sofrimento ficou para trás. Não quero romantizar o vaginismo, mas digo que esse caminho de sofrimento, me ajudou a fazer descobertas, o tratamento me proporcionou coisas incríveis, como me conhecer, olhar para a minha vulva e gostar dela, colocar o dedo dentro sem repulsa, aprendi a cuidar dela, não ter vergonha, tive a oportunidade de ver o meu colo do útero, e nesse momento ver que não tem nada ali que impeça a introdução de um pênis., aprendi no meio do caminho que não preciso me sentir diminuída com as posições sexuais, aprendi a não olhar para o pênis com medo. Aprendi com o vaginismo que o amor esta acima de tudo.

Sou eternamente grata a Deus pelo esposo maravilhoso que me ama muito.

Sou grata a Dra Rose que me ajudou a superar o vaginismo com tanta dedicação e carinho. Vou sentir saudades.

Que Deus continue abençoando vocês para que continuem mudando a vida de outras mulheres e casais.

Se você leu este depoimento até aqui, corra e se trate, não espere mais, vaginismo tem cura. Acredite, comece e persevere até o fim.

Beijos

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