Boa tarde, tudo bem?

Segue meu depoimento do tratamento na clínica Débora Pádua:

Minha história com o vaginismo começou com uma ida ao ginecologista. Até os meus 24 anos, eu ia regularmente ao ginecologista, realizava todos os exames e minha vida sexual era saudável. Um dia, em um exame de rotina, fui ao ginecologista fazer o Papanicolau, e foi então que tudo mudou: durante o exame a doutora foi negligente e teve uma falta de sensibilidade perante a minha dor e ignorou meus pedidos para parar o exame. A partir daquele dia, desenvolvi um pavor de ir ao ginecologista. Passei a ter crises de ansiedade toda vez que ia, e, quando conseguia entrar no consultório, tudo o que fazia era chorar. Minha vida sexual começou a ser afetada, pois havia dias em que eu conseguia ter relação, outros em que precisava parar durante o ato e havia dias em que simplesmente não conseguia fazer nada, com medo de sentir dor.

Durante cinco anos, vivi nessa agonia. Como minha vida sexual era ativa, precisava ir ao ginecologista pelo menos uma vez ao ano, sempre com um profissional diferente. Todos viam meu choro e desespero; a maioria se recusava a fazer o Papanicolau por causa do meu estado. Me tratavam bem, mas nenhum deles me dizia o que fazer. Até que um ginecologista deu nome ao meu sofrimento: vaginismo. No entanto, após nomear a dor, ainda não sabia o que fazer, não tive um direcionamento claro. Pesquisei na internet e descobri que era algo psicológico. Decidi então procurar um psicólogo, que me disse: “Você só precisa relaxar. Por que não toma um remédio antes de ir ao ginecologista ou toma uma taça de vinho quando for ter relação sexual com o seu parceiro?”. Frase que claramente me causou revolta.

Depois de cinco anos de muitas frustrações, encontrei a clínica Débora Pádua e marquei uma consulta com a Dra. Elaine. Foi um divisor de águas. Após oito consultas, recebi alta; consigo ir ao ginecologista, minha vida sexual melhorou 100% e, três semanas após o término da fisioterapia, consegui colocar o DIU, e mesmo sendo um procedimento um pouco doloroso terminei a consulta com um sorriso no rosto e perguntando ‘é só isso? Foi tranquilo demais’. Tudo isso só foi possível por conta do tratamento do vaginismo. Sou muito grata pela equipe da clínica e, principalmente, a Elaine que é uma excelente profissional e me atendeu e me guiou nessa jornada de superação.

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