“Passou tão rápido, que quando menos percebi, estava de alta, CURADA!”

Oi pessoal!! Semana começando, e mais um depoimento saindo do forno. Ela passou por vários profissionais porém infelizmente ninguém indicou um possível diagnóstico mas ela não desistiu, um dia procurando por uma luz ela nos encontrou. Passadas 15 sessões ela está recebendo alta, livre da disfunção e pronta para uma vida sexual normal, como todas devemos ter!

À minha paciente, parabéns! Essa conquista é sua! Você nunca desistiu e agora vai viver uma vida nova!!

E à Dra Daniele, parabéns também! Essa equipe é demais!!!

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Me chamo Talita, tenho 26 anos, sou cristã e por questões de fé e princípios, me casei virgem aos 22 anos. Por ter nascido e sido criada num lar cristão, nunca me senti à vontade de falar com meus pais sobre isso. Sempre tive muito medo do sexo, imaginava que iria doer e só de imaginar, já sentia a dor. Como casei virgem, só descobri que tinha algo errado, depois da lua de mel.

Passado os 7 dias da viagem e sem ter conseguido nada, pensei que fosse normal, pois já tinha escutado que pra algumas mulheres pode ser mais difícil do que pra outras. Mas passaram-se alguns meses e nenhum avanço, pelo contrário, com medo da dor, dor essa que parecia que estava colocando uma faca dentro de uma ferida minha, eram apenas regressos.

A cada tentativa frustrada, só chorava sem entender o que tinha, e o por que. Então com 9 meses de casamento, criei coragem e fui à minha primeira consulta com ginecologista. Já no consultório, ela tentou introduzir o espéculo e claro, não foi possível, ela foi indiferente e insensível, a única “explicação” ( Se é que se pode nomear assim ) foi que era algo da minha mente e que eu deveria passar com uma terapeuta. Mas não me deu nenhuma motivação, sai de lá sem nenhum indício do que poderia ser.

Em casa, tudo permanecia do mesmo jeito. Sem saber o que eu tinha, sofria calada, eu, Deus e meu esposo, (que sempre foi muito paciente). Passou-se mais um ano e nada. Foi então, numa madrugada em que eu chorava e indagando à Deus: Por que meu Pai? O que eu tenho? Por que não consigo? Me lembro como se fosse hoje, coloquei no google, ” Por que não consigo romper o meu hímen ?” E foi como se o próprio Deus tivesse me respondido, e sei que foi Ele! Pela primeira vez, descobri o VAGINISMO. Descobri a cada relato de outras mulheres, que o que eu tinha realmente era o vaginismo, e com lágrimas, mas agora de esperança, chamei meu esposo e disse: Já sei o que tenho, e tem cura !

A partir daí, começei à ver uma luzinha no fim do túnel. Então, criei mais coragem para passar numa outra ginecologista. Com 1 ano e meio de casada, tive coragem e marquei uma consulta. Já cheguei falando sobre o vaginismo e ela foi me examinar, tentou introduzir o dedo de forma rudi, sai de lá chorando e sem nenhuma ajuda. Me vi na estaca zero novamente… Então foram pesquisas atrás de pesquisas, até que descobri a clínica Débora Pádua e o tratamento com fisioterapia.

De imediato senti dentro de mim que isso iria realmente me ajudar. Mais alguns meses criando coragem pra marcar a avaliação… Até que o grande dia chegou, fui atendida pela Dra Débora Pádua e Dra Daniele Moreira, que me deixaram muito confortável, e quando menos percebi, ela já tinha conseguido introduzir um dedo sem muito sofrimento, já na avaliação ( tudo bem que minha pressão até caiu rsrs mas 90% era culpa do medo ). Ela me avaliou e disse que meu caso era moderado e seriam necessárias 15 sessões de fisioterapia.

Fiz meu tratamento com a Dra Daniele, que desde o começo me transmitiu um carinho imenso. A cada sessão foi uma vitória, e passou tão rápido, que quando menos percebi, estava de alta, CURADA! E pra minha surpresa, a cura veio 1 mês antes de completarmos 4 anos de casados! Ainda durante o tratamento, passei com uma ginecologista maravilhosa, indicada pela própria clínica, consegui de forma tranquila, fazer todos os meus exames ginecológicos.
Sei que existem outras mulheres que sofreram coisas piores por causa do vaginismo, com ginecologistas piores, maridos e companheiros incompreensíveis. Mas saiba que, independente de qual seja o seu nível de vaginismo, o que importa é que tem CURA, só o que precisa é da sua fé e sua força de vontade!
A todas da clínica, meus agradecimentos. À Dra Débora, parabéns pela iniciativa, pelo carinho com que somos tratadas em sua clinica, e à Daniele, obrigada por me incentivar, me deixar à vontade, pela força que me passou nessa minha vitória que sei que também foi sua!
Talvez eu nunca entenda o motivo pelo qual Deus me permitiu passar por esse problema, mas sei que poderei ajudar outras com esse relato. Obrigada à meu esposo que permaneceu ao meu lado, sempre acreditando em nosso casamento e obrigada à Deus, pela vitória e por me fazer entender que isso foi um aprendizado!

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